
- Você é a escolhida. Tem a pedra de Déllo. – ele apontou para o colar em seu pescoço.
Sabrina olhou o colar pelo espelhinho que estava ao seu lado. E quando olhou o colar lembrou-se imediatamente de sua falecida avó.
Aquele era um colar que ela a havia dado antes de morrer. Lembrou então das palavras que havia dito depois de dá-lo “guarde-o e nunca o tire, é o bem mais precioso que tenho. E o passo a você. Não esqueça que tem que aceitar ajudá-lo” e quando Sabrina perguntou quem ela deveria ajudar sua avó apenas respondera que saberia quando o visse pela primeira vez. Que ela teria um pressentimento a quem ela deveria ajudar. Depois disso ela nunca mais o tirou, todos os dias de sua vida prometera que ficaria sempre com o tal colar. Há cinco minutos não entendia o que significava as ultimas palavras ditas pela sua falecida avó.
- Escolhida para que?
- Para salvar o Reino da Terra. – ele a puxou mais uma vez.
- Não posso. – ela se fixou no chão, como uma pedra.
- Por quê? – ele parou e virou-se.
- Não quero deixar tudo para trás. – ela encontrou os olhos azuis dele, que fez suas pernas amolecerem e com que ela pensasse nas palavras de sua avó novamente. – Mas volte e daqui algum tempo eu vou.
- Não posso voltar sem você. – isso provocou um grande impacto nela.
- Por quê?
- Ou volto com você ou fico preso em seu mundo. E – ele parou para olhá-la, mas quando abriu a boca para falar não saíram nenhuma palavra apenas um suspiro.
Sabrina apoiou-se imediatamente em sua escrivaninha, colocou a mão no peito e tentou se acalmar. Nunca ficara assim antes, a não ser quando seu melhor amigo disse que a amava. Estava tudo girando como quando se está num chapéu-mexicano no parque de diversões, depois ela, contra sua vontade, fechou os olhos e desmaiou.
Ela acordou e já eram sete horas da noite, já estava quase na hora de colocar o jantar na mesa e ainda não estava pronto. Ela tinha que fazer correndo, se levantou e foi à cozinha, mas viu que a mesa já estava posta e que a comida estava pronta, apenas faltava esquentá-la.
- Estranho. – disse mais alto do que deveria – não me lembro de ter feito isso. Apenas me lembro de ver um filme e um menino ter saído dele para pedir minha ajuda. – ela coçou a cabeça e abriu a porta da geladeira, sempre que precisava pensar a abria e quase sempre dava resultado. – Um menino do Reino sei-lá-o-que, chamado Nick.
- Reino da terra! – disse alguém em suas costas, Sabrina pulou e acabou batendo a cabeça na geladeira. – Boa noite bela adormecida! – disse mais uma vez. E Sabrina virou rapidamente para ver quem era.
- Você?! – Sabrina começou a perder a consciência.
- De novo não! – Resmungou Nick em quanto corria em sua direção para apará-la da queda.
Ele a pôs no sofá. Sentou-se ao seu lado e ficou admirando a vista. Ela estava indefesa e maravilhosamente adormecida. Quando se deu conta do que estava acontecendo e no que estava pensando jogou o pouco de água fria que estava dentro de um dos copos no rosto de Sabrina.
- O que? – Sabrina levantou-se tão rápido que não deu tempo de Nick levantar-se e bateu a cabeça no nariz dele. Que logo gemeu – Me desculpe!
- Tudo bem, não faz mal. – ele alisou o nariz com o indicador e o dedão. E se levantou. - Você costuma desmaiar de mais, não acha? – disse ele lançando um olhar de dor e desaprovação.
- Não, na verdade não. – ela levantou e ficou de frente para Nick. - Mas depois de você chegar. Acho que sim. – os dois riram.
Nick ficou para jantar. A família de Sabrina havia adorado que ele tivesse vindo. Inclusive a própria Sabrina. Não sabia como, mas ele a conhecia como mais ninguém, isso a deixava pouco confortável, pois não sabia nada sobre a respeito dele. A não ser que era um camponês do Reino da Terra e era o menino mais bonito que conhecera. Mesmo assim ela o queria por perto. Nick olhava Sabrina de um jeito que a fazia estremecer inteira e não parou de olhar um só segundo para aqueles olhos azuis iguais à pedra de seu colar, a pedra que parecia ser chamada de Déllo, isso a intrigava de uma maneira tanto estranha como interessante. Seus pensamentos foram interrompidos quando Nick se levantou da mesa.
- Onde você esta indo? – Sabrina se levantou e ficou frente a frente com Nick.
- Para casa, minha querida. – disse respondeu a mãe de Sabrina.
- Isso. – ele deu um beijo em sua irmã e em sua mãe.
- Preciso falar com você. – disse puxando Nick até seu quarto. – Como você vai voltar para a fita sem mim?
- Não vou.
- Então como vai para a sua casa? – ela colocou as duas mãos na cintura.
- Vou para a casa que tenho nesse mundo..
- E onde é?
- Perto do prédio do colegial.
- Certo, mas se ficar aqui por todo o tempo que preciso. Vai precisar matricular-se no meu colégio.
- Sim, eu sei. Já fiz isso.
- Quando? Como? – Sabrina estava mais perdida do que cedo em tiroteio.
- Tenho meus métodos. – disse Nick dando um meio sorriso malicioso.
Assim ele deu um beijo em sua testa e foi embora. Sabrina não parava de pensar sobre o que havia acontecido naquele dia. Não conseguia para de pensar em como sua vida iria mudar, ela tinha que ser uma heroína. Mas, como? Não fazia sentido, ela sempre tinha sido tão medrosa a sua vida inteira e se não fosse por sua avó nada disso teria acontecido. Então quem deveria ser a escolhida era sua avó não ela. Sabrina passou a noite sem dormir direito e sempre tendo as mesmas coisas em mente; as palavras de sua avó, de Nick e como ele a conhecia tão bem.
Sabrina olhou o colar pelo espelhinho que estava ao seu lado. E quando olhou o colar lembrou-se imediatamente de sua falecida avó.
Aquele era um colar que ela a havia dado antes de morrer. Lembrou então das palavras que havia dito depois de dá-lo “guarde-o e nunca o tire, é o bem mais precioso que tenho. E o passo a você. Não esqueça que tem que aceitar ajudá-lo” e quando Sabrina perguntou quem ela deveria ajudar sua avó apenas respondera que saberia quando o visse pela primeira vez. Que ela teria um pressentimento a quem ela deveria ajudar. Depois disso ela nunca mais o tirou, todos os dias de sua vida prometera que ficaria sempre com o tal colar. Há cinco minutos não entendia o que significava as ultimas palavras ditas pela sua falecida avó.
- Escolhida para que?
- Para salvar o Reino da Terra. – ele a puxou mais uma vez.
- Não posso. – ela se fixou no chão, como uma pedra.
- Por quê? – ele parou e virou-se.
- Não quero deixar tudo para trás. – ela encontrou os olhos azuis dele, que fez suas pernas amolecerem e com que ela pensasse nas palavras de sua avó novamente. – Mas volte e daqui algum tempo eu vou.
- Não posso voltar sem você. – isso provocou um grande impacto nela.
- Por quê?
- Ou volto com você ou fico preso em seu mundo. E – ele parou para olhá-la, mas quando abriu a boca para falar não saíram nenhuma palavra apenas um suspiro.
Sabrina apoiou-se imediatamente em sua escrivaninha, colocou a mão no peito e tentou se acalmar. Nunca ficara assim antes, a não ser quando seu melhor amigo disse que a amava. Estava tudo girando como quando se está num chapéu-mexicano no parque de diversões, depois ela, contra sua vontade, fechou os olhos e desmaiou.
Ela acordou e já eram sete horas da noite, já estava quase na hora de colocar o jantar na mesa e ainda não estava pronto. Ela tinha que fazer correndo, se levantou e foi à cozinha, mas viu que a mesa já estava posta e que a comida estava pronta, apenas faltava esquentá-la.
- Estranho. – disse mais alto do que deveria – não me lembro de ter feito isso. Apenas me lembro de ver um filme e um menino ter saído dele para pedir minha ajuda. – ela coçou a cabeça e abriu a porta da geladeira, sempre que precisava pensar a abria e quase sempre dava resultado. – Um menino do Reino sei-lá-o-que, chamado Nick.
- Reino da terra! – disse alguém em suas costas, Sabrina pulou e acabou batendo a cabeça na geladeira. – Boa noite bela adormecida! – disse mais uma vez. E Sabrina virou rapidamente para ver quem era.
- Você?! – Sabrina começou a perder a consciência.
- De novo não! – Resmungou Nick em quanto corria em sua direção para apará-la da queda.
Ele a pôs no sofá. Sentou-se ao seu lado e ficou admirando a vista. Ela estava indefesa e maravilhosamente adormecida. Quando se deu conta do que estava acontecendo e no que estava pensando jogou o pouco de água fria que estava dentro de um dos copos no rosto de Sabrina.
- O que? – Sabrina levantou-se tão rápido que não deu tempo de Nick levantar-se e bateu a cabeça no nariz dele. Que logo gemeu – Me desculpe!
- Tudo bem, não faz mal. – ele alisou o nariz com o indicador e o dedão. E se levantou. - Você costuma desmaiar de mais, não acha? – disse ele lançando um olhar de dor e desaprovação.
- Não, na verdade não. – ela levantou e ficou de frente para Nick. - Mas depois de você chegar. Acho que sim. – os dois riram.
Nick ficou para jantar. A família de Sabrina havia adorado que ele tivesse vindo. Inclusive a própria Sabrina. Não sabia como, mas ele a conhecia como mais ninguém, isso a deixava pouco confortável, pois não sabia nada sobre a respeito dele. A não ser que era um camponês do Reino da Terra e era o menino mais bonito que conhecera. Mesmo assim ela o queria por perto. Nick olhava Sabrina de um jeito que a fazia estremecer inteira e não parou de olhar um só segundo para aqueles olhos azuis iguais à pedra de seu colar, a pedra que parecia ser chamada de Déllo, isso a intrigava de uma maneira tanto estranha como interessante. Seus pensamentos foram interrompidos quando Nick se levantou da mesa.
- Onde você esta indo? – Sabrina se levantou e ficou frente a frente com Nick.
- Para casa, minha querida. – disse respondeu a mãe de Sabrina.
- Isso. – ele deu um beijo em sua irmã e em sua mãe.
- Preciso falar com você. – disse puxando Nick até seu quarto. – Como você vai voltar para a fita sem mim?
- Não vou.
- Então como vai para a sua casa? – ela colocou as duas mãos na cintura.
- Vou para a casa que tenho nesse mundo..
- E onde é?
- Perto do prédio do colegial.
- Certo, mas se ficar aqui por todo o tempo que preciso. Vai precisar matricular-se no meu colégio.
- Sim, eu sei. Já fiz isso.
- Quando? Como? – Sabrina estava mais perdida do que cedo em tiroteio.
- Tenho meus métodos. – disse Nick dando um meio sorriso malicioso.
Assim ele deu um beijo em sua testa e foi embora. Sabrina não parava de pensar sobre o que havia acontecido naquele dia. Não conseguia para de pensar em como sua vida iria mudar, ela tinha que ser uma heroína. Mas, como? Não fazia sentido, ela sempre tinha sido tão medrosa a sua vida inteira e se não fosse por sua avó nada disso teria acontecido. Então quem deveria ser a escolhida era sua avó não ela. Sabrina passou a noite sem dormir direito e sempre tendo as mesmas coisas em mente; as palavras de sua avó, de Nick e como ele a conhecia tão bem.
